quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Vaidade sem limites...e tão cedo...onde vai dar?


Eu estava assistindo a um programa muito bom que passa na GNT, "Quebra-Cabeças", no qual o tema da semana foi sobre o mundo consumista das crianças. Eles entrevistaram duas meninas, com dois tipos de família. Uma delas (que vou chamar de M1) tinha uma mãe que se dizia consumista ao máximo e a outra (que vou chamar de M2), uma mãe que ensinava a filha o reaproveitamento das coisas, a customização, o baixo consumismo e uma vida mais natural. Eram os opostos.
Foi incrível ver a história da M1. Desde os oito anos de idade ela já se iniciava na "carreira de consumidora", comprando maquiagens para crianças. Aos 8 anos já usava baton, blush, e sombra.


Não saia de shoppings, e se tivesse que escolher entre viajar pra algum lugar incrível ou dinheiro para gastar no shopping...adivinha o que ela escolhia? E o mais incrível era ver o orgulho da mãe ao dizer que era muito bonitinho de ver a filha com 8 anos já escolhendo a maquiagem  sozinha e ainda dizendo que isso vinha dela mesma, que era muito consumista e a filha havia herdado esse seu "gens".
A M2 havia sido criada de uma outra maneira. Não tinha televisão em casa, os brinquedos eram feitos de sucata e reaproveitamento de outros materiais descartáveis, como latinhas, caixas e potes. Nunca ia a shoppings e ainda a mãe ensinava a fazer hortinha.





Esse programa me fez lembrar de uma matéria muito boa que li num blog outro dia, justamente falando sobre essas mães desnaturadas (segundo o blog) que desde cedo ensinam as filhas a se tornarem mulheres e pularem uma etapa tão importante da vida, que é "ser criança". O blog se chama Encanto das letras e quem escreve é a Cassiana Schmidt. O tema da matéria era "A morte da infância". Leiam um pequeno trecho:

"...As mães estão fantasiando suas filhas, crianças com menos de 10 anos de idade, de mulheres. Menininhas que deveriam estar brincando de bonecas, desfilam por aí com bota de salto alto, aplique no cabelo, e, pasmem, usando unha e cílios postiços, pois eu mesma já vi!
Andam com saias curtíssimas, falam e gesticulam como se fossem adultas. O resultado disso é trágico, podem ter certeza! Essa maturidade precoce patrocinada por mães imaturas provoca uma ruptura nas fases de desenvolvimento da criança; existem fases de desenvolvimento, que precisam ser respeitadas, para não gerar conflitos psicológicos graves. Mas não, as mãezinhas “cabeça oca” levam suas crianças para o salão de beleza, deixam-nas a vontade para pintar as unhas de vermelho, até maquiagem elas fazem; eu me pergunto onde foi parar a infância, aquela infância que durava até os catorze, quinze anos de idade?  Entrem no blog e acabem de ler, porque é muito interessante a sua finalização.

Até as bonecas são fashion


Cadê as fitas, rendas e laços? gravatas em look feminino para meninas???!!!!

O que quero enfocar mais aqui é realmente o problema do consumismo exagerado. Não que eu tenha algo contra  ir ao shopping se fazer compras, ainda mais aqui em São Paulo, que é o passeio predileto dos paulistanos. Eu também gosto. Comprar uns sapatinhos, umas maquiagens, um perfuminho, uns cremes, umas lingeries, qual a mulher que não curte isso, não é mesmo? E o homem atual, moderno, também. Mas o problema é quando isso passa de um mero prazer e passa a ser um modo de voce substituir as suas decepções e tristezas da vida, e impossibilitada mentalmente de enfrentá-las, passa a substituí-las pelas coisas materiais, acreditando que ali voce poderá encontrar a solução de todos os seus problemas. Aí sim a coisa pode ficar séria. Porque vai chegar uma hora que  a pessoa vai perceber que o vazio  continua e de nada adiantou se jogar no mundo do consumismo exagerado. Isso não te preencheu e não resolveu o teu problema. E isso vai acabar gerando mais ansiedade ainda, piorando o problema.


Agora, a mãe que também não tem televisão em casa, nenhum tipo de tecnologia moderna, a meu ver, também está meio em desequilíbrio, voce não acha ? Mesmo porque, televisão, internet, celular, também são meios de se levar informação e de se estar conectado com o mundo, hoje em dia. E de nada adianta nadar contra a maré. Não sei, é o meu ponto de vista.
Nós temos que aprender a evoluir com o mundo. Caminhar juntos, crescer juntos, evoluir juntos com o tempo em que vivemos. Como já vi por aí muita gente preocupada com o problema do livro. Será que o livro de papel vai acabar sendo substituído por meras máquinas digitais? Eu acho que não, mas se isso um dia acontecer, temos que estar preparados e receber o que vem com a cabeça aberta. Bem aberta mesmo, para não sofrermos com "os tempos modernos", afinal, voce faz parte dele. Mas isto é assunto para outro post.

Reciclagem sim, customização, sim, mas televisão e internet, comprinhas no shopping, sim também. Tem que haver um equilíbrio. Agora, esse equilíbrio é de responsabilidade total do adulto, que é quem passa os valores e os limites da vida para os pequenos. Eu sempre digo que "os filhos são, sem sombra de dúvida, reflexo dos pais." Achei muito legal a Psicóloga que dava seu parecer diante dos depoimentos dizer que um modo de consumismo que vale a pena e que preenche muito o ser humano é o consumo pelas Artes. Vá mais à museus, teatro, galerias de arte (como a Pinacoteca e Masp, por exemplo), bibliotecas e etc.,  que isso é um tipo de consumismo positivo, valioso e que preenche qualquer vazio. Muito bom esse ponto de vista, não?

Voces não fazem idéia das coisas legais e mágicas que acontecem nas BIBLIOTECAS...




E os passeios em MUSEUS? muita coisa legal e interessante...

Museu do Futebol, em São Paulo

Museu da Ciência e Vida, no Rio de Janeiro

Museu do Café, em Varginha, MG

Museu da TAM, em São Carlos, SP

Pinacoteca, em São Paulo

MASP, em São Paulo

Mas o importante mesmo, para mim, é voce procurar um equilíbrio nisso tudo para voce não acabar desiludido e doente, diante desse mundo tão consumista e materialista em que vivemos hoje.
É um assunto que dá muita discussão. E voce, o que acha disso tudo? dê a sua opinião, e juntos, vamos traçar um caminho...
Beijos com carinho...

ATUALIZAÇÃO:
Gente, eu sei do materialismo que impera hoje no planeta, mas vejam esse comentário da Vanessa, do blog Mãe Terra (fiquei tão impressionada que resolvi incorporar, com a autorização dela) :
Nossa Lizete, e lendo o seu post, me fez lembrar também de uma reportagem que vi, falando do mesmo assunto; me lembro que mostravam para algumas crianças "frescas", no papel, imagens de animais e até de Jesus, perguntando a elas quem era cada um. E elas não sabiam dizer ou falavam o nome errado, agora quando era mostrado simbolos da motorola, vivo, hp, tim, e outros, sabiam direitinho o nome de cada um. Eu fiquei chocada ao ver isso, não sabiam quem era Jesus!!!      E eu pergunto?  "Para onde caminha a humanidade?.." (Liz)
Se voce quiser ver o vídeo com a entrevista que a Vanessa assistiu, entre aqui.

25 comentários:

✿ chica disse...

Que lindo teu postr.Interessante e bem importante esse tema.

Não gosto dessa aceleração que as mães fazem com as filhas, não dando tempo de serem crianças e MUITO MENOS da educação consumista!

Nunca gostei disso, acho que não leva a nada.

Uma pena que esteja tudo , tudo funcionando à base da $$$...

Por outro lado, o equilíbrio, ponderação e discernimentos devem andar juntos sempre na educação e vida ...

Um beijo, tudo de bom e estava estranhando tua ausência aqui! chica

Mariacininha disse...

Que grande equivoco este da nossa sociedade.É um pecado sem reparação cortar a infância das crianças. Me dá uma dó quando vejo menininhas de 08 anos caminhando com dificuldade sobre saltos, vestidas com roupas sensuais, pintadas. E não é só isso existe uma outra castração nas crianças os brinquedos que não despertam a imaginação. A consequência disso? Só depois de adulto.

Rozani disse...

Oi, minha querida e amada amiga!
Vc pode roubar todas as imagens do meu blog se vc quiser!
Eu sabia que ia ter uma mensagem sua no meu blog hoje.
Tô com muita saudades do seus recados.
Aqui no trabalho tá complicado pra entrar no blog...e lá em casa o pc tá uma bomba!
PS: Quando vc vem no RJ?
Bj enorme, Rozani

Mãe Terra, Estamos Aqui... disse...

Nossa Lizete, e lendo o seu post, me fez lembrar também de uma reportagem que vi, falando o mesmo assunto, me lembro que mostravam para algumas crianças "frescas", no papel imagens de animais e até de Jesus perguntando a elas quem era cada um elas não sabiam dizer ou falavam o nome errado, agora quando era mostrado simbolo da motorola, vivo, hp, tim, e outros, sabiam direitinho o nome de cada um, eu fiquei chocada ao ver isso, não sabiam quem era Jesus!!!
Muito bom o seu alerta, parabéns pelo post, muito bem colocado mostrando que devemos ter e passar equilíbrio para nossos filhos...

Grande beijo amiga...

Rosane Castilhos disse...

OI AMIGA QUERIDA!!!
QUANTA SAUDADE!
ADOREI QUE ABORDASTE ESTE TEMA, FICO MALUCA QUANDO VEJO MENINAS VESTIDAS DE MULHERES, COM SALTO ALTO, MAQUIAGEM, UNHAS COLORIDAS, ETC, ETC... NÃO SOU CONTRA A VAIDADE, MAS O EXAGERO DA MESMO, ISSO SIM É PERIGOSO.
BEIJINHO CARINHOSO

blog da Paraguassu disse...

Olá Lizete,
Concordo com você quando diz que deve
haver um equilíbrio entre as duas formas de educar filhos, conforme foram expostas em sua postagem. Vamos combinar: nem tanto ao céu, nem tanto à ter com comportamentos adequadora. Precisamos formar nossas crianças de acordo com suas idades, tendo, deste modo, criaturas equilibradas de corpo e alma. Amei sua postagem.
Um grande beijo,
Maria Paraguassu.

Estela Lenz disse...

Olá querida.
Muito obrigado pelo carinho no blog. É sempre muito bom te ver por lá.
O que escreveste aqui, infelizmente, é a realidade. Vejo que tudo parece mais fácil de ser adquirido, por isso as pessoas se tornam consumistas.
Eu nasci em uma família de classe média, mas meus país nasceram no interior (na roça) e eu fui criada a reaproveitar tudo da melhor forma possível e a fazer as coisas em casa. Todo mundo se apavora como eu sei cozinhar bem e como sei fazer tantas coisas. Mas é porque minha mãe aprendeu assim )por não ter condições) e me criou assim também (e meu pai era bastante econômico, sempre com medo de um dia faltar).
E com certeza, eu fui e sou muito mais feliz por ter sido criada assim.
Beijos no coração.

Alessandra disse...

Esse tema de maturidade precoce das crianças, não só das meninas mas dos meninos também é muito sério. Até na minha família já tomei a liberdade de dar broncas por esse motivo.
A que chegaremos com essa situação?

bjsss

Ivani disse...

Pobres meninas, tão sem rumo, sem distrações sadias, sem projetos.
Também sou a favor do equilibrio. Nem tanto ao mar, nem tanto ao céu.
Essa coisa de viver comendo só legumes, não ter tv nem internet, pode prejudicar e muito a saúde física e mental da criança.
E o exagero de facilidades também.
Mas os pais tem condições de equilibrar tudo isso, basta querer.
A maioria dos pais não querem, são egoistas e só querem mesmo é passar a educação dos filhos para terceiros. Ou então são radicais demais ao não permitir sequer informações à criança.
Muito bom seu tema querida, adorei!
Assim como adorei suas palavras tão carinhosas comigo lá no blog.
Sei que não mereço mas fico muito grata e digo que também já me considero sua amiga de infância rsrsrs.
Fiquei muito feliz com sua visita.
Beijos

Eloah disse...

Querida que lindo comentário que deixastes no meu Blog!Fiquei sensibilizada com o teu carinho.Obrigada! O enfoque do teu texto é realidade do mundo de hoje.Estão podando a inocência e a fase mais linda da vida que é a infância.É uma pena.Vale refletir sobre este assunto.Um forte abraço Eloah

C. disse...

Oi querida,
adoro esse tema, dá pano pra manga né!

Os consumistas ainda se convencerão que comprar coisas materiais pra preencher um certo vazio das profundezas do ser, é tão inútil quanto querer secar gelo. Essa é a grande verdade. O ideal é mesmo o equilíbrio, e que as comprinhas nao pesem nem no bolso e nem na consciência.

Nao sou mae, mas olhando o que tá se educando aos filhos, vejo a inversão de valores nitidamente, e o que era lixo virou luxo e vice versa. Possivelmente essa filha educará a filha dela assim também, e o mundo estará cheio de pessoas fúteis, sempre. Triste conclusao.

Um beijo lindona, adorei o tema!

Lua Nova disse...

Acho que tudo tem seu tempo e,sem dúvida, uma pena ver o que determindas mães fazem com suas crianças. É importantíssimo que a criança viva cada etapa de sua vida e essa história de transformá-los todos em adultozinhos na aparência é realmente uma tristeza. Mas a tendência é: filho de peixe, peixinho é. Como vc disse, o equilíbrio é a única solução para preservarmos a infância deles.
Fiquei atônita com o que contou nossa amiga Mãe Terra. Me lembrou uma piadinha da criança que aos 10 anos viu uma galinha e gritou para a mãe: manhêêêê, olha uma Knor...!
Que coisa terrível...rs.
Beijokas.

@amaliaprade disse...

Também não gosto desta vaidade precoce, é triste ver isso na verdade.

Beth/Lilás disse...

Lizete,
Tuas palavras são sensatas,e espero que muitas mães sem noção disso tudo a leiam e tirem idéias com estes exemplos que você dá por aqui.
um grande abraço carioca

Roberta Maia disse...

Não gosto dessa vaidade sem limite com os pequenos, pula uma fase tão gostosa...
Adorei o tema!!!

Venho Desejar um Abençoado Fim de Semana!!!
Muita Luz!!!

Sandra Mitsue disse...

Oi Lizete...
Belo Post!!! Adorei saborear as cerejas! Muito lindo seu Cantinho...Venha conhecer o Meu Cantinho no Japão...Ficarei muito feliz...
Beijos!
San...

Amara disse...

Olá, Lizete!
Estou um pouco ausente,meu pc só funciona quando quer, e pelo explore.
Minha linda, adorei seu post!Concordo com você, criança tem que ser criança, daqui a pouco as meninas vão sair da maternidade de unhas pintadas e batom.
A menina de busa com laço é minha filhota Thais.

Adorei o blog do seu maridão, belíssimas fotos

Um lindo final de semana muita paz!
carinhosamente.
Bjs

manuela barroso disse...

Olá Lizete!
Amiga Lizete,

Uma surpresa, um encanto, tanto o seu blog como um assunto tão tristemente actual.
Tanto, para tão pouco espaço, para tanta futilidade!
E, perante tanta evidência de inutiidades, e tanto previlégio efémero não sobra criança, sobram "bonecos" vazios. E, como diz, a grande, a pior das verdades...Onde fica a plenitude do consumismo? No vazio! Pelo simples facto de que, o que é simples é belo. E as tardes cinzentas de inverno, preenchidas com a minha Rosa a fazer bonecas de trapos... enquanto contava as histórias de fadas e lobos...como eram simples e como eram tão cheias de cumplicidades!
Outros tempos? Talvez sim, talvez não. Talvez vazio humano, que não se encontra no Vazio do Infinito!
Um abraço amigo!

Paula Moraes disse...

Oi Liz, vim por aqui ontem, mas não consegui postar, mas não me dei por vencida e voltei...rs
Amiga sagitáriana, já somos amigas e continuaremos a ser....=)

Querida, concordo demais com seu post, no mundo está havendo atualmente uma inversão de valores de todos os tipos e especialmente dos familiares, estamos vendo serem atropeladas fases fundamentais da vida e gostosas de viver, estamos vendo as crianças deixando de ter as lembranças de infância que temos e nos põe nos lábios um sorriso sempre que as recordamos...É uma pena! Quanta coisa perdida e ainda de certa forma apoiada...=(
Bom fim de semana.

Menina no Sotão disse...

Eu confesso que não gosto dos adultos miniatura que vejo por aí. São assustadores, mas ainda porque são reflexo dos pais, afinal, o homem imita seus símbolos.
Quando a não ter televisão em casa, computador e outras coisas, não acho errado não porque na verdade é uma opção pessoal e tem pessoas que não adequam aos dias atuais. Eu me adéquo mais ou menos, mas não sou tão apegada assim a esses meios. Sobrevivo bem sem tudo isso e não sentiria falta...
As vezes o caminho para a informação é também o da desinformação. rs Difícil falar em equilibrio quanto o assunto é tecnologia, mas enfim, não entendi muito bem a surpresa por parte da jovem que comentou o fato das crianças não saberem quem é Jesus. Talvez o espanto seja pelo fato dela acreditar em sua existência, mas o deus para criança nunca tem forma ou sentido, ele é apenas algo diferenciado e nem sempre tem forma humana. O fato de crianças não identificarem certos animais também não é de todo um problema, afinal, se você morar numa cidade não vai ter contato com a realidade do campo e por aí vai, é preciso lembrar que o humano é limitado por natureza, ele aprende aquilo que seu mundo apresenta a ele. Logo, reconhecer marcas de empresa é algo simples, estão todas por aí... rs

bacio carissima e bom fim de semana

Luma Rosa disse...

Vou assistir ao vídeo.
A minha indignação é bem parecida com a sua! Lembro de quando estava grávida e ficava imaginando como seria criar menino ou menina. Hoje em dia é muito complicado criar menina - elas são bombardeadas o tempo todo e as mães se sentem, quando ignorantes, de se deixarem manipular pelo consumismo e opinião alheia. Em geral, as crianças têm uma troca verbal com os pais que se iniciam com o seguinte argumento: "A mãe de fulana deixa".
Lembro que na minha infância sonhava com o primeiro baton, a primeira rouba de "mocinha"... eram tantos sonhos nesse sentido que não existem mais. As crianças crescem fragilizadas, tornam-se adolescentes entediados e adultos complexados. Muito triste! Também escrevi sobre o assunto, se tiver interesse: "Pequenas Vaidades"
Bom fim de semana! Beijus,

POR CARLOS EDUARDO DEVIENNE FERRAZ disse...

Vamos criar nossos filhos para eles serem o que eles quiserem ser e não para aquilo que nós queríamos ser...

Hoje tudo é consumo...somos medidos pela marca que possuímos, pelo carrão que possuímos, pelo bairro que moramos, pela escola que estudamos, etc. Acho isto terrível e cruel, tanto é verdade que assaltante, ladrão quando é preso está vestido, com o boné de marca, camisa de marca, bermuda de marca, meia de marca, tênis de marca, relógio de marca, os bandidos estão "chiques" e muito bem vestidos...

Que neura, que paranoia de que coisa boa tem que ser da marca que esta na moda. Já dizia o ditado "por fora bela viola, por dentro pão bolorento" "as aparências enganam".

Ensinem seus filhos desde pequenos que o valor das coisas é passageiro, o que fica é o levamos em nossa mente, no espírito, pois caixão não tem gaveta...Chegamos nus e voltamos nus e com a vida que vivemos na mente.

Um beijão
PEPE

maria neusa guadalupe disse...

Lizete: sempre acreditei que somos exemplos pros filhos,pros amigos... concordo com tudo que vc postou e temo por essas mulheres precoces...o jeito é acreditar que colocações como essas sirvam de alerta e conscientização...beijos exasperados.

Anônimo disse...

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Anônimo disse...

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